Farid "Martelo de Ferro"
Flecha
Garth
Montante
Dante
naruto shippuden opening 7 - motohiro hata- toumei datta sekai.mp3 (audio mpeg Objeto)


-Deixe-me lembrar, onde estava mesmo? Bem, de posse do pergaminho me despedi do conhecido e parti sem mais delongas, assim como combinara. Confesso que fiquei obcecado com a chance de evoluir e atingir a sétima essência (ápice do conhecimento mágico, sabedoria plena) que na primeira oportunidade invoquei o ritual, na rua mesmo, sem medir as consequências. Pois bem, passou-se dez minutos e eu estava lá, em um beco, nas proximidades do bar que frequento, com os pulsos cortados esperando o efeito acontecer. O feitiço me custou toda a Mana que me restara e ainda um pouco de minha vitalidade. O fato é que, por esses dez minutos a passagem entre o Limbo e a Terra foi aberta e dela passaram cinco demônios os quais, me persuadiram a fazer um pacto, no qual me comprometera a manter o portal aberto por 48 horas, em troca me revelariam segredos arcanos aos quais me confeririam poderes inimagináveis. Aceitei prontamente a oferta, mas não satisfeito com a promessa assegurada pelos demônios, ao primeiro descuido de um deles, apossei-me de um estranho medalhão, que por sinal, ainda estava quebrado. Selamos o pacto cruzando nosso sangue e após o rito estar completado os hereges simplesmente desapareceram, como se nunca estivessem estado ali. Restara-me apenas esperar por dois dias, para me tornar o primeiro mago a alcançar a sétima essência, bastaria unicamente manter aquele maldito portal aberto. No entanto, mal sabia que meus problemas, ali se iniciariam. Ao chegar a meu apartamento, me deparei com uma cena dantesca, minha irmã e eventual hóspede, combalida, prestes a morrer aos braços de um dos demônios, coincidentemente, o mesmo que eu furtara o medalhão. Atônito, em meio ao caos que minha vida se tornara e sem forças pra lutar, supliquei pela vida de minha irmã, disposto a desfazer o pacto que outrora firmara. Mas minhas palavras, se quer foram ouvidas, definitivamente, eu não estava mais em posição de barganhar qualquer coisa. Quis o destino, por ironia talvez, poupar nossas vidas mesmo sem merecermos, digo isso, pois sei que minha irmãzinha teria feito o mesmo em meu lugar. O fato é que, obstante de ter sobrevivido, o orgulho e a vergonha me impediram de pedir ajuda e então decidi tentar concertar as coisas do meu jeito. Uma vez que, os demônios capturaram minha irmã, me coagindo a entregar a localização de todas as capelas místicas da região, não tive outra saída a não ser fornecer a posição de todos os santuários e suas respectivas passagens para o Limbo. Mesmo sabendo que isso causaria a minha expulsão da irmandade e que expunha nossos segredos mais secretos, a uma ameaça abissal. Bem, isso é tudo, eu sinto muito. Fale alguma coisa, por favor, seu silêncio despedaça minha alma...Eu suplico, perdoe-me, por ter traido sua confinça e ter sido tão estúpido a tal ponto, de ameaçar a nossa segurança!