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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Terras Sombrias Cap. 1 – Fragmentos (Post VI)

Miraf inclinou-se para falar com um goblinóide que se encontrava perto dele.
- Traga-me o cetro de cristal azul, se você o encontrar com eles. Disse convicto o cavaleiro na sua estranha língua.
Flecha, Farid e Garth, trocaram olhares entre si se questionando. Todos eles sabiam falar alguma coisa na língua nativa das criaturas, “Mãos ligeiras” melhor que os outros, mas ainda era muito pouco, para decifrar aquele rude dialeto...
- Se eles resistirem mate-os! Acrescentou Miraf, voltando a falar a língua comum para causar mais efeito e amedrontar os três indivíduos.
Dito isto, ele puxou as rédeas, girou sua montaria num único gesto e galopou caminho abaixo em direção á cidade que afirmou estar protegendo.
- Goblinóides; no meu Vale... Estes malditos seguidores do Clero têm muita coisa para me explicar! Esbravejou o velho anão, fazendo mão de seu machado de batalha.
Farid “Martelo de ferro” plantou seus pés firmemente no chão, balançando para frente e para trás até se sentir equilibrado e anunciou:
- Muito bem, vermes. Venham sentir a força de meu machado!
- Ouçam o que meu amigo vos fala e recuem. Disse Flecha, sacando duas cetas envenenadas de sua aljava e postando somente uma delas em seu arco.
- Nós fizemos uma longa jornada. Estamos cansados, famintos e atrasados para uma reunião com amigos que não vemos há muito tempo. Portanto, não temos nenhuma intenção de sermos presos. Complementou Flecha.
- Ou sermos mortos. Acrescentou Garth, que não havia sacado nenhuma arma, mas continuava observando os goblinóides com interesse.
Um tanto quanto surpresas, as criaturas trocaram olhares nervosos entre si. Os goblinóides estavam acostumados a incomodar fazendeiros e vendedores ambulantes, que encontravam em suas andanças, não desafiar lutadores armados e obviamente treinados. Mas seu ódio por toda e qualquer raça que não fora a sua, falou mais alto...
Apressadamente todos sacaram suas espadas longas e curvas.
- Só existe uma criatura que eu odeio mais do que um anão... E essa criatura é um goblinóide! Afirmou Farid, dando um passo a frente segurando firmemente o cabo de seu inseparável companheiro.
Um dos goblinóides mergulhou contra o anão, esperando derruba-lo. Farid girou seu machado com uma precisão mortal... E a cabeça de uma das criaturas rolou na poeira e o corpo dele se estatelou no chão, manchando-o de vermelho.
- O que vocês gosmentos estão fazendo tão longe de casa? Perguntou Flecha, esquivando habilmente a estocada desajeitada desferida por outro goblinóide.
- Então, vocês trabalham para o tal de Melgar? Disse Flecha, empurrando com uma das pernas o goblinóide para trás e o desiquilibrando. 
- Melgar? O goblinóide engasgou com a gargalhada que deu. Brandindo sua espada como um louco, ele correu para cima de Flecha.
- Aquele idiota? Ironizou o goblinóide. Nos trabalhamos para... Uargh!
A criatura empalou a si mesma em uma das setas que a arqueira elfa segurava em sua mão. O goblinóide grunhiu, depois foi escorregando devagarzinho até chegar ao chão.
- Droga! Praguejou Flecha, olhando frustrada para o goblinóide morto.
- Idiota atrapalhado! Eu não queria matá-lo, só queria descobrir quem o contratou. Ressaltou Flecha, enquanto retirava sua seta da barriga do goblinóide.
Continua...
Naruto-Distance(full)

4 comentários:

  1. Pô mano da hora seus contos, mas sera que você poderia continuar as aventuras do caçador?
    Jogo mundo das trevas e curti d+ o personagem!
    Valeu!!!

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    Respostas
    1. Que bom que tenha gostado...
      Em breve novos personagens e é claro o
      próprio caçador darão as caras por aqui!
      Forte abraço!

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  2. Esse cara ai em cima parece alguem que eu conheço!
    Huashhuash...
    Fabi

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    1. Pode ser...
      A maioria de meus personagens
      são baseados em pessoas reais!
      rsrsrsrs...
      Bju Fabi

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