- Esta escória luta para qualquer um, Flecha. Dê-lhes carne de texugo de vez em quando e eles serão seus para sempre!
Os goblinóides bufaram enraivecidos, e voltando suas atenções para Garth, um deles gritou, apontando para o gnomo:
- Que tal carne de leprechal?
- Ouvi dizer por ai, que é muito suculenta!
Ao que o outro enfadonho ser respondeu:
- Só se for crua!
As criaturas gargalhando, correram na direção do aparentemente desarmado leprechal. Garth, sempre com aquela expressão inocente de criança, calmamente enfiou a mão em seu colete de lã de carneiro, de onde puxou duas adagas e as arremessou, num único gesto. Os goblinódes colocaram as mãos no peito e caíram com um gemido uníssono. A batalha havia terminado. Flecha guardou seu arco as costas, fazendo caretas de nojo ante aos corpos fedorentos, que cheiravam a peixe podre. Farid limpou o sangue negro do goblinóide da lâmina de seu machado, enquanto acenava a cabeça para o leprechal, em sinal de gratidão. Garth por sua vez, fitava com tristeza o corpo do goblinóide que havia matado. Eles tinham caído de bruços, com as adagas escondidas debaixo deles...
- Eu pego elas para você. Disse Flecha, preparando-se para rolar um dos corpos malcheirosos das criaturas abatidas em combate.
- Não! Eu não as quero mais. Sabe você nunca consegue se livrar do cheiro. Comentou Garth fazendo uma careta enfadonha.
Flecha concordou com o amigo e desistiu da idéia. Farid prendeu novamente seu machado e os três continuaram a percorrer o caminho. As luzes do vale ficavam mais claras à medida que a escuridão aumentava. O cheiro de fumaça de madeira no ar frio da noite trouxe pensamentos de comida calor e segurança. Os companheiros apertaram o passo. Eles não falaram nada durante um bom tempo, tanto o gnomo como a elfa, apenas ouviam o eco das palavras de Farid em suas mentes:
- “Goblinóides... No meu Vale”...
Até que o irrefreável leprechal não se agüentou e sorrindo disse:
- Esta contente de não ter impregnado suas botas, minha cara amiga?
- Claro que sim! Mas você perdeu duas belas adagas. Comentou a elfa inconsolável.
- Sem problemas belezura, não eram minhas e sim do Farid! Afirmou o sorridente leprechal, segurando firmemente seus sacos de quinquilharias.
Bastou a frase ser terminada para o gnomo disparar em uma corrida desenfreada, vale abaixo, seguido por seu furioso amigo anão e sua companheira elfa, logo atrás.
Enquanto corria, a arqueira pensava em quantas vezes havia presenciado aquela cena...
E o quanto sentia a falta de seus amigos... Um sentimento tomou conta de seu coração e o que era duvida se transformou
Continua...
Naruto-Distance(full)


Ae Cara
ResponderExcluirSensacional o conto.
Uma duvida voce esta mestrando ou jogando no momento algum rpg?
abs
Valeu Madmax, fique ligado que aventura
Excluirnão para por aqui!
Tenho mestrado Mago e jogado Shadow era,direto!
Forte abraço!
Nelson
ResponderExcluirQuando sai o capitulo 2?
Abs
Meu amigo,estou postando a sequencia hoje mesmo...
ExcluirFarid e seus companheiros,mal sabem o que os espera!
Forte abraço!
Nelson,
ResponderExcluirTu tem twitter ou facebook, queria ter uma forma de ter contato contigo pra trocar ideias sobre contos e rpg.
Abs
Caro Madmax,entre em contato comigo
Excluirpelo email nelsitoas@gmail.com
Flw!